Estudos apontam que aprender inglês na infância influencia toda sua vida

A legislação que fundamenta a educação brasileira (LDB) afirma a obrigatoriedade do inglês a partir do 6º ano do Ensino Fundamental. Cada vez mais educadores estão preparando os adolescentes e jovens para as demandas que enfrentarão no futuro, ao ingressarem na universidade e no mercado de trabalho, promovendo a vivência dos estudantes em vários contextos.

Fazer com que a criança estude inglês durante uma ou duas horas por semana, em uma turma com dezenas de alunos, não é o suficiente para dominar o idioma ou ser fluente nele. Para adquirir proficiência em qualquer língua, é preciso de tempo, prática, dedicação e assiduidade.

O ensino de inglês não pode ser apenas teórico, mas focado na comunicação, na usabilidade do idioma. Para o professor de inglês do Colégio GEO Aku Eric, ter pré-ciência de outros idiomas abre vários caminhos para construção da vida.

Imersão no Idioma

A educação do inglês vivencial familiariza o estudante com as ideias, os comportamentos, as expressões e complexidades inerente à própria cultura. De fato, é como se ele pudesse enxergar o mundo e todo o ambiente escolar com lentes especiais. Não estamos tratando de apenas um curso de inglês, mas de uma vivência imersiva no idioma e de todas as possibilidades que ele abre para quem o domina.

Um exemplo é a jornalista Fernanda Facundo, que ao escolher uma escola em João Pessoa para os seus três filhos, priorizou aquela que pudesse oferecer inglês todos os dias. “Eu acredito que a imersão na língua favorece o desenvolvimento, principalmente nas crianças que ainda não possuem a língua materna.

E para os pais que acham que a criança, tendo contato com dois ou mais idiomas ao mesmo tempo, pode ter problemas com acúmulo informacional, o professor Aku exemplificou. “Vamos pensar em uma família bilíngue, no qual o pai fala um idioma e a mãe outro. A construção mental da criança se dará em blocos, um idioma não vai interferir no outro. Isso é o idioma, uma grande base linguística para a construção do mundo”, disse.

Quanto mais cedo, melhor

Até os seis anos de idade, segundo os estudos — e, portanto, durante a educação infantil — a criança passa por períodos de grande atividade sináptica e excelente capacidade de processamento de informações. Quem já não ouviu falar que “o cérebro infantil é como uma esponja, que absorve tudo o que ouve”?

O ensino bilíngue é uma forte tendência educacional, que surge para atender a demanda de um mundo globalizado e tecnológico. É o caminhar natural, a evolução do sistema de ensino de nosso país.

A educação bilíngue, portanto, ganha destaque no cenário nacional. Ela substitui o inglês da escola e do cursinho por uma solução ideal para quem deseja investir numa educação mais significativa e alinhada às necessidades da atualidade em que vivemos.

Fonte: G1

Marcos Maierhofer
Meu nome é Marcos, tenho 22 anos e sou estudante de Administração de Empresas na UFRGS. Sou apaixonado por tecnologia, tendências, marketing e tudo que rompa com a nossa estúpida sensação de controle sobre nossas vidas. Muito rock, astrofísica e uma pitada de gastronomia!

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